sexta-feira, 21 de agosto de 2009

VIDAS QUE PERMANECEM EM TEMPOS DE SOFRIMENTO

Amados irmãos(ãs) e amigos(as), no dia 08 de Agosto de 2009 comecei a pregar uma série de sermões sobre o sofrimento, a partir do livro de Jó, tendo em mente compreender como aquele homem sobreviveu a tantas perdas e dores. Estas mensagens, a partir de hoje, estão sendo disponibilizadas neste blog, de forma escrita. No blog de nossa igreja, www.episcopaldf.blogspot.com, você terá acesso ao áudio e vídeo destas mensagens. Que o Senhor te conceda graça ao meditar nestas mensagens. Abaixo você terá o primeiro sermão desta série. A paz de Cristo a todos, na alegria de poder servir ao Reino de Deus,
Pr. Airton Williams
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Deus! Oh, Deus! Onde estás que não respondes!
Em que mundo, em que estrelas tu te escondes
Embuçado nos céus?
Há dois mil anos te mandei meu grito,
Que embalde, desde então, corre o infinito...
Onde estás, Senhor Deus?...

Este era o grito do continente africano, nas palavras do nosso poeta, Castro Alves. Neste poema, intitulado “Vozes d´Africa”, um continente brada por Deus, pois já estava cansado de ver seus filhos serem aprisionados e serem vendidos como escravos, padecendo as piores humilhações e torturas.
Este grito sai porque parecia que Deus estava escondido, em algum lugar, sem tomar conhecimento dos sofrimentos e aflições vividas pelo povo que lá habitava. Além de tudo, parecia que Deus também era surdo, ou então, se omitia diante de tanto sofrimento, pois outros gritos já haviam sido dados, sem, contudo, haver uma resposta.
Onde estaria Deus? Por que não fez Ele alguma coisa? Não via que o povo sofria? “Onde estás, Senhor Deus?”
O livro de Jó fala de um homem de quem se diz ser muito religioso, rico e pai de uma família abençoada. Neste sentido, é interessante observar que ele tinha sete filhos e três filhas, o que era considerado no mundo antigo como uma família ideal, uma vez que estes números, e a soma deles, simbolizavam a perfeição, claro favor divino.
Pelo que fica claro, ainda, ele era alguém que galgava de uma posição invejável, visto que ele é tido como “o maior de todos os do Oriente” (1.3).
Do ponto de vista religioso, Jó não era alguém hipócrita, pois vivia a sua fé de forma intensa. Diz-nos o versículo 5 que em certo período, o qual não sabemos exatamente a que correspondia, ele chamava seus filhos e os santificava, além de que sacrificava pelos seus filhos, fazendo holocaustos, com medo que estes tivessem pecado contra Deus. E isto era feito regularmente.
Como podemos ver, ali estava um homem feliz, em paz com tudo e com todos, inclusive com Deus. Mas aquele homem nem imaginava que algo estava para acontecer, e que mudaria sua vida profundamente.
Nas regiões celestes houve um diálogo entre Deus e um anjo da corte celeste, cuja missão é executar a vontade punitiva de Deus e por à prova os homens para testar-lhes a fé e a sinceridade do coração (para um entendimento melhor deste ponto, sugiro que você leia o post anterior). Neste diálogo, o Criador mostrou, com muita alegria, a vida exemplar do seu servo Jó (v.8).
É, então, que o anjo aproveita para lançar uma tese: afirmava ele que Jó só era exemplar porque Deus o cobria de proteção, pois se ele a retirasse aquele homem o desprezaria. Por isso, o Senhor concede ao anjo a permissão para tocar em tudo o que Jó tinha, até mesmo sua vida, posteriormente, a fim de prová-lo, fazendo transparecer a verdade sobre a vida daquele homem.
A partir daquele momento a vida de Jó é colocada de cabeça para baixo. Ele perdeu toda a sua riqueza, além de ter sido acusado por seus amigos de haver pecado. E tudo isto ocorreu de uma hora para outra, sem que ele esperasse.
Esta história se assemelha a muitas que conhecemos, às vezes à nossa própria história. Isto porque, o sofrimento é algo que cada um de nós já sentiu, já experimentou no dia-a-dia. Ninguém está isento dele. É bem verdade que ele ocorre de diferentes formas e intensidade. Como já dissemos em post anterior (“Não andeis ansiosos de coisa alguma”), muitos experimentaram a dor do sofrimento por causa dos seus próprios pecados (conheço bem esta experiência); outros por causa da irresponsabilidade e desumanidade de outros (também conheço esta dor); outros por causa do azar que deram em alguma situação; e outros, por causa de decisões erradas que tomaram na vida, sem que isto tivesse ligação direta com o pecado, Deus, os outros ou o azar.
No caso de Jó, seu sofrimento nos leva a ponderar uma quinta razão para o sofrimento, o teste da fé e do caráter. Sim, Jó sofreu porque era íntegro, e somente o sofrimento poderia dar provas suficientes da veracidade de sua virtude.
Destas situações aprendemos algumas atitudes importantes. Se o nosso sofrimento resulta dos nossos pecados, a única coisa a fazer é se arrepender, arcar com as consequências e agarrar-se à misericórdia de Deus, pois se a sua ira nos faz chorar a noite toda, é certo que a alegria vem pela manhã (Salmo 30.5), pois o Senhor não despreza um coração, verdadeiramente, quebrantado (Salmo 51.17). O caminho não é viver em torno da culpa, pois toda culpa é prejudicial ao nosso crescimento; Deus não quer que nos sintamos culpados, mas que nos arrependamos.
Agora, se o nosso sofrimento não resulta de pecado, precisamos aprender a lidar com este momento de dor, a fim de não naufragarmos. E esta é a razão destas mensagens que tenho pregado. Em 2007 vivi o meu deserto espiritual, e o que compartilho com você neste post são verdades que alimentaram o meu coração durante a travessia e que me ajudaram a me reencontrar com a vontade do meu Senhor, com a graça que Ele me ofertou na cruz. Por isso, tenho pregado nestes dias sobre a vida de Jó, pois percebemos nele algo muito raro na vida daqueles que sofrem. O que se destaca em sua história é a forma como ele permaneceu firme diante de tanto sofrimento. Teve seus momentos de crise, sim, mas a vida continuava, e ele permaneceu firme, sendo testado em sua fé.
Mas qual o segredo de Jó? O que o mantinha firme, diante de tal situação?Estas são questões nos levam a estudar a vida deste homem e aprender com ele alguns princípios, que nos ajudarão a caminhar, mesmo quando provados por tanto sofrimento. Assim, quero meditar sobre: “Vidas que permanecem em tempos de sofrimento”: quais as lições que podemos aprender a partir de Jó?
A primeira lição que extraímos de Jó, sobre o tema proposto, é que vidas que permanecem em tempos de sofrimento são marcadas por uma integridade sincera (v.1). Observemos que a causa do sofrimento de Jó era a prova pela qual passava sua integridade. O anjo da corte celeste havia dito a Deus que Jó era só uma casca, uma espécie de “santo do pau oco”; que aquela integridade, da qual Deus se agradara, era só uma farsa. Afirmava ele que se Deus tocasse nos bens de Jó, este revelaria sua verdadeira face.
Deus, então, permitiu ao anjo que tocasse nos bens de Jó, dando-lhe autoridade divina para isto, a fim de provar que a integridade daquele homem era sincera. Assim, o anjo tocou nos bens e na família de Jó. Mas para sua surpresa, Jó manteve-se firme em seu procedimento. O sofrimento era real, a dor era profunda, mas aquele homem não perdeu a sua dignidade. Isto porque sua integridade era sincera, não era uma virtude fingida.
Agora, qual a relação entre a integridade e o sofrimento? De que forma a integridade de vida nos ajuda a sobreviver aos tempos difíceis de dor? Duas são as razões básicas que fazem da integridade algo importante diante do sofrimento:
1. A integridade é alicerce para o coração; é dela que procedem as convicções que sustentam nosso viver, nossa caminhada em tempos difíceis.
2. Quando somos provados, sofrendo desta feita, a primeira coisa que nos acontece são os questionamentos; em seguida, passamos a questionar nossos valores e crenças. Por isso, se não houver integridade sincera, seremos vítimas da dor, levados por todo vento de esperança.
Destas questões decorre uma pergunta importante: o que é integridade? Literalmente, significa algo que é “inteiro”, sem divisão. Ou seja, íntegro é aquilo, ou aquele, que não é ou não está dividido. Este sentido refere-se à “perfeição”, não no sentido de não pecar, mas no fato de proceder de forma exemplar, não sendo repreendido por nada.
A visão bíblica refere-se à fidelidade para com Deus, procedendo de acordo com sua vontade. Vejamos, então, algumas marcas práticas da integridade que devem nos acompanhar em tempos de sofrimento:
1. Harmonia entre nossos valores morais e espirituais com a nossa prática de vida.
O texto de meditação nos diz que Jó era um homem “íntegro e reto”. Isto nos revela que o íntimo de Jó estava cheio, completo, pela disposição para praticar o que era correto. Revela que, pela sua lealdade a Deus, o que ele mais desejava era fazer a vontade do seu Senhor. Ou seja, ele não estava dividido entre o certo e o errado. Mostra-nos que ele não estava dividido entre fazer a vontade de Deus ou satisfazer seus desejos.
Agora, o que é mais extraordinário em tudo isto é vermos a palavra “reto” após o termo “íntegro”. Isto releva-nos que Jó vivia tudo aquilo que ele cria; sua crença, seus valores, morais e espirituais, eram vividos. Ele não só conhecia a vontade de Deus, mas realizava, em sua vida, esta vontade.
Podemos afirmar que ele era honesto, e por isso ninguém poderia culpá-lo, ninguém poderia chamar-lhe de fingido, falso, hipócrita. Realmente, era um homem que vivia de acordo com suas convicções, e sua maior convicção era Deus e o Seu direito soberano.
Quando olhamos a realidade dos nossos dias e a maneira como as pessoas reagem ao sofrimento, percebemos quão distante estamos disto. Diante da realidade desta marca da integridade podemos dizer que existem pessoas que nem convicções tem para viver, por isso vivem sem sentido, tresloucadamente, e quando vem o sofrimento são derrotadas facilmente, pois seus valores estão ligados a estilos de vida, e não à essência da vida, Deus; outros, no entanto, têm conhecido a vontade de Deus, seus valores, mas não os têm vividos, e quando surge a provação, trazendo consigo o sofrimento, são derrotados, e até praguejam a Deus, pois nunca experimentaram, realmente, em suas vidas, a vontade de Deus.
São pessoas que vestem uma máscara de cristãos; se dizem conhecedores de Deus, através da pessoa de Jesus Cristo, no entanto, vivem de forma contrária à tudo aquilo que o Senhor no ensina, em Sua Palavra. Pessoas assim não suportam o sofrimento, pois sempre viveram com máscaras, sem nunca terem descoberto a integridade sincera, que harmoniza a sua profissão de fé com sua vida. Porque vivem com máscaras não suportam a dor, pois esta remove a máscara, e a pessoa não tem onde se apoiar.
Com Jó não aconteceu isto, pois sua integridade era autêntica. Nele não havia hipocrisia, como fora acusado pelo anjo da corte, pois ali estava um homem que vivia aquilo que cria. Ali estava um homem que fazia valer a vontade de Deus em seu viver.
Por causa desta integridade sincera, marcada pela harmonia entre seus valores morais e espirituais com a prática de sua vida, Jó suportou seu sofrimento. Então, diante do exposto, fica a pergunta: será que encontramos em nós tal harmonia? Nossos valores morais e espirituais condizem com nossa prática? Quando falta isto, nos falta o chão para pisar.
Perdi meu chão em 2007, me faltou esta integridade. Mas não perdi meus valores. Diante disto, decidi buscar o caminho do arrependimento, do reencontro entre minha fé e prática. Foi um ano muito difícil, de muitas lágrimas, muita dor; foi um deserto terrível, mas que valeu à pena. A integridade da minha fé era real, mas faltava a harmonia com minha prática e isto Deus, misericordiosamente, restaurou. E isto me ajudou a sobreviver ao pior “vale da sombra da morte” em minha vida.
2. Temor de Deus, esta é a segunda marca da integridade sincera.
Jó não andava simplesmente de forma digna, irrepreensível, diante dos homens. Ele também tinha um relacionamento verdadeiro com Deus. Lembremos que o anjo da corte aborda esta questão no seu diálogo com o Senhor. Ele disse que se o Senhor tocasse em tudo o que Jó tinha, este blasfemaria contra Deus (v.11). O que o anjo desejava demonstrar era que aquele temor, dito de Jó, era só uma farsa, uma questão de interesse. Enquanto Deus estivesse abençoando a Jó, este continuaria temendo-O, caso contrário, ele largaria mão do Criador.
Todavia, Jó manteve-se fiel. Todos os bens lhe foram tirados; seus filhos lhe foram tirados; até sua vida foi tocada, vindo a padecer de uma séria doença. Mas ele não blasfemou contra Deus, porque no seu íntimo havia este temor ao Senhor todo-poderoso, fruto da sua integridade.
Ele foi tentado não somente pela dor à blasfemar contra Deus, mas teve, também, um empurrãozinho de sua mulher. Observe o capítulo 2.9, onde lemos: “Então, sua mulher lhe disse: ainda conservas a tua integridade? Amaldiçoa a Deus e morre”. Mas a sua resposta foi diferente: “Falas como qualquer doida; temos recebido o bem de Deus, e não receberíamos também o mal?” (2.10). Isto é integridade marcada pelo temor genuíno a Deus.
Mas, o que, exatamente, significa temor? Essencialmente, há dois significados no Antigo Testamento: medo e reverência. Os dois sentidos são verdadeiros e válidos. Há momentos que sabedoria nos levará a temer a Deus, pois sendo Ele justo, não deixará impune os pecados. Todavia, a palavra, em Jó, refere-se ao conceito da reverência. De uma forma prática, podemos dizer que temor, enquanto reverência, é um relacionamento de respeito a Deus por quem Ele é, e não pelo o que faz ou dá.
Era isto que impedia Jó de blasfemar contra Deus, pois o seu amor pelo Senhor o levava a respeitá-lo independente do que Dele recebesse. Não era uma relação de respeito pautada em barganha, mas em humildade diante da majestade do seu Deus.
Infelizmente, muitas vezes, ao olharmos para as nossas próprias vidas, fazendo um autoexame do relacionamento que temos com Deus, vemos quão superficial é o temor que dizemos ter do Senhor. Basta um pequeno problema para começarmos a achar que Deus não é justo, que Ele não é bom, etc.
Nesta relação, Deus parece ser um escravo para nós, dos nossos caprichos e vontades; um escravo que só é útil quando está tudo bem. Porém, quando as coisas pioram, O descartamos. Em grande parte, o nosso relacionamento com Deus é interesseiro. Só o respeitamos à medida que recebemos algum benefício, caso contrário, O desprezamos.
3. Rejeição do mal caracteriza a terceira marca da integridade.
O versículo 1, do primeiro capítulo, termina afirmando que Jó era um homem “que se desviava do mal”. Na realidade, esta expressão significa “rejeitar o mal”, o que implica que em momento algum Jó se compactuara com o mal. A integridade de vida o fazia abominar tal procedimento.
Mas cabe uma pergunta aqui: o que se entende por “mal” no texto? A visão bíblica sobre a questão, e que se aplica aqui, refere-se a todo procedimento contrário à vontade de Deus. Jó era um homem íntegro, pois rejeitava tudo aquilo que fosse contrário aos ensinos do Senhor.
É interessante observar em nossas vidas a tendência natural de se procurar harmonizar a vontade de Deus com as nossas próprias vontades, os nossos desejos. Isto porque, as nossas vidas não estão solidificadas na integridade do ser. Ainda encontramo-nos divididos em nossos desejos; assim, a vontade de Deus não é absoluta em nossas vidas. Por isso, temos visto muitos cristãos abatidos, sem vida estampada em seus rostos, porque lhes falta a integridade que lhes faça dizer não ao pecado.
Na realidade, se pararmos para pensar, o mal é atraente para nós. São valores morais fáceis de serem vividos; não exige um compromisso de vida; não temos que nos preocupar com ninguém, a não ser conosco mesmo.
E quantos de nós vivemos esta vida dúbia. Quantas vezes dizemos sim ao pecado e nos afastamos da graça oferecida por Cristo. Muitos cultivam pecados de estimação e não abrem mão deles. Pessoas que acham que não há nada de errado com determinadas práticas pecaminosas; entendem que um “pecadinho” aqui, outro acolá, não vai atrapalhar sua relação com Deus, e por aí adiante.
A integridade de um homem é marcada pela sua rejeição ao mal, ao pecado. Isto porque, a integridade revela quem somos, e aqueles que convivem em suas vidas com pecado não são de Deus. E é justamente esta relação com o mal que nos impede a experiência e a maturidade que procede da integridade. Integridade, esta, que nos alicerça na hora da dor, do sofrimento. O mal nos cega para entendermos que a dor é passageira, e mesmo que não seja, a nossa esperança não está fundamentada aqui, nesta vida.
O mal nos impede de ver a prova pela qual passamos a fim de nos qualificar, lapidar, em nosso viver. O mal impede tudo isto porque ele só cultiva em nós o gosto pelo prazer, como se este fosse o sentido da vida. Quando vivemos pelo prazer, nos tornamos pessoas mesquinhas, egoístas, que não conseguem se apoiar em lugar algum quando provados pela dor.
Jó permaneceu firme diante do sofrimento porque em seu coração não havia espaço para o mal que o tentava naquela hora. Assim, manteve-se íntegro, e uma vez íntegro, soube passar pela dor insuportável que o abateu.
Temos ensinado, até aqui, que a integridade do coração de Jó foi a primeira marca para que ele sobrevivesse ao sofrimento que passara. Suas crenças e ações não estavam divididas, o que lhe fazia forte para enfrentar o sofrimento.
O temor que ele tinha por seu Deus o impedia de blasfemar contra Ele, buscando na frivolidade da vida subterfúgios para a dor da alma. Este temor era fruto de sua integridade, a qual não olhava para o seu Criador com desejos próprios ou mesquinhos, mas dirigia-se com profundo amor, independente de ter ou não bens, família ou saúde. Para Jó, Deus era o seu bem maior, era tudo o que precisava.
Jó permanceu firme porque o pecado não tinha lugar de prazer em sua vida, não podendo induzi-lo ao fracasso.
Diante disto, te convido, meu irmão e amigo, a permanecer firme diante da dor. Permita que Deus crie em sua vida uma integridade sincera, que faça de você uma pessoa honrada, de valor, em todo tempo. Não permita que dor, o sofrimento, jogue no lixo a honra que Deus te deu ao te fazer à Sua imagem e semelhança. Não permita que o pecado, a frivolidade da vida, te afaste para longe do teu Criador quando te encontrares abatido.
Como dissemos, este foi o primeiro ponto detectável na vida de Jó que o fez um vencedor diante do sofrimento. Na próxima mensagem olharemos a segunda marca deste homem que o fez modelo para nós. Que o Senhor Jesus, Deus-homem que sabe o que é padecer, mas que venceu a morte, te ilumine e fortaleça o teu coração. Amém.

6 comentários:

Sergio Simoes disse...

Caro amigo pastor,
Quero lhe encorajar a escrever um livro, usando todos estes posts sobre Jó.

Um abraço,

Airton Williams disse...

Olá Sérgio, tudo bem? como sempre, vc tem se mostrado um grande incentivador. agradeço o estímulo. na verdade, vinha pensando sobre isso. suas palavras vem reforçar este desejo. obrigado. um forte abraço.

Anônimo disse...

Olá Pastor, que linda familia, fico muito feliz pelo senhor, gostaria de dizer que eu assino embaixo o que disse o Sergio, e olha que até eu que não sou muito de ler, leria com maior prazer, grande abraço... Mateus

Airton Williams disse...

Grande Mateus, seu "cabra arretado" (e olha que vc é paulista, rsss). obrigado pelas palavras de incentivol. estes posts fazem parte de um texto, que com o estímulo de vcs, será colocado em livro. e obrigado pelas palavras sobre a família, realmente é uma família linda, tirando o pai (kkkkkkk). um forte abraço para vc e aline.

RÓGER disse...

Muito bom, hein pastor. Realmente a necessidade nos faz refletir muitas coisas e, quando somos sábios, refletimos primeiro sobre nós mesmos. Lembro-me de meu pai, alcoólatra e com inúmeros problemas, fato que contribuiu e muito para formação de meu caráter: não segui o mesmo caminho, graças a Deus. O texto não diz mas, creio que Jó fez isso: olhou para dentro de si e pôde concluir que era íntegro e reto. A gente sabe quando se tem tais qualidades. O Espírito mostra. Infelizmente, muitos de nós não conseguimos ver nas dificuldades algo positivo. Afinal, "a necessidade é a mãe das invenções." (GARDNER,2000). Agora só uma perguntinha um pouco irônica: Será que nosso querido Jó teve os outros filhos com a mesma genitora? Será???!! Grande abraço.

Airton Williams disse...

gostei da pergunta irônica, dei boas risadas. bem, a narrativa não diz que ela tenha morrido, nem que Jó a tenha dispensado por meio do divórcio. assim, deduzimos que foi com a mesma mulher, daí a grandeza desse homem.